Centros participantes: tecnología educativa
A Escola Básica e Secundária Rainha D. Leonor de Lencastre (EBSRDLL), sede do Agrupamento de Escolas D. João II, em Sintra, apresenta-se como uma escola inclusiva, orientada para a excelência e para a formação integral dos alunos, promovendo valores como a cidadania, a justiça e a solidariedade.
É uma escola que se destaca pela forte participação em projetos educativos diversificados, que enriquecem a aprendizagem para lá da sala de aula. Entre estes, evidenciam-se iniciativas como o Parlamento dos Jovens, o Eco-Escolas, a Orquestra Escolar, o Junior Achievement, o Nciência, entre muitos outros projetos que aproximam os alunos de contextos reais e atuais.
Desta forma, a EBSRDLL afirma-se como uma escola dinâmica que proporciona ativamente aos alunos experiências educativas diversificadas, que contribuem para o seu desenvolvimento académico, pessoal e social.
O Morcego Tecnológico, desenvolvido por uma turma do 8.º ano durante as aulas de Físico-Química, surge da necessidade de compreender e tornar visível um fenómeno natural que não é diretamente percetível pelos sentidos humanos: a ecolocalização dos morcegos. Para responder a este desafio, os alunos criaram uma solução tecnológica que simula este mecanismo, permitindo representar como estes animais se orientam no espaço, detetam obstáculos e localizam presas. O sistema funciona através de um sensor de ultrassons, ativando LEDs e buzzers que sinalizam a “deteção” e recriando, de forma simplificada, o processo da ecolocalização. Todo o dispositivo foi integrado num modelo de morcego construído com materiais reciclados, promovendo também a consciência ambiental.
O projeto foi desenvolvido de forma colaborativa na programação por blocos com o ZumKit, na montagem dos circuitos e na construção do modelo físico. Ao longo do processo, os alunos articularam conhecimentos da área da Física e da Tecnologia e, de forma complementar, mobilizaram conhecimentos da área Geografia relacionados com a distribuição dos morcegos, recorrendo brevemente à análise de um atlas para identificar as regiões onde vivem, bem como aspetos acerca do seu habitat e da sua alimentação. Esta abordagem permitiu o desenvolvimento de competências científicas, digitais e de trabalho em equipa, através da resolução de um problema concreto e significativo do ponto de vista da aprendizagem.
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